Faça login para comprar mais rápido e veja todos os seus pedidos.
Buscar
FINALIDADE. Reação enzimática para determinação quantitativa de ácido úrico em amostras de soro,
plasma e urina humanos. Somente para uso diagnóstico “in vitro”.
PRINCÍPIO. O método usa a uricase, peroxidase e cromógeno DCFS (diclorofenolsulfonato) para pro-
duzir o produto final colorimétrico.
O ácido úrico é oxidado pela uricase à alantoina e peróxido de hidrogênio. O DCFS + 4 – aminoanti-
pirina + peróxido de hidrogênio, na presença da peroxidase, produz o corante quininoneimina que é
medido a 520 nm. A intensidade de cor é proporcional à concentração do ácido úrico na amostra. O
esquema da reação é o seguinte:
Ácido úrico + O2+H2O Alantoína + CO2 + H2O2
2H2O2+4-aminoantipirina+DCFS Quinoneimina+ 4H2O
METODOLOGIA. Uricase/Peroxidase
SIGNIFICADO CLÍNICO. O ácido úrico no plasma é filtrado pelos glomérulos e aproximadamente
90% reabsorvido em pelos túbulos. Representa no homem o produto final do metabolismo das purinas.
O teor de ácido úrico no plasma é muito influenciado por fatores extra-renais, além dos renais. Sua
dosagem é muito útil no diagnóstico da gota, na qual os níveis no soro de ácido úrico são altos. Há
ocasiões, nessa doença, em que se encontram níveis normais no soro, mas acredita-se que a repetição
das dosagens revele sempre hiperuricemia em alguma fase da moléstia.
Observa-se também hiperuricemia, sempre que exista aumento do metabolismo das nucleoproteínas,
como na leucemia e policitemia. O aumento dos níveis de ácido úrico no soro é um achado constante
na hiperuricemia idiopática familiar, da qual parece haver pelo menos dois tipos (um ligado à produção
aumentada, outro, à excreção diminuída).