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FINALIDADE. Reação enzimática para determinação quantitativa de Creatina Quinase em amostras
de soro e plasma humanos. Somente para uso diagnóstico “in vitro”.
PRINCÍPIO. A Creatina Quinase (CK) catalisa a fosforilação do ADP (adenosina difosfato) pelo fosfato
de creatina, obtendo-se creatina e ATP (adenosina trifosfato). A concentração catalítica se determina,
empregando as reações de hexoquinase (HK) e glicose-6-fosfato desidrogenase (G-6-PDH), a partir da
velocidade de formação do NADPH, medido a 340 nm. Temos então a seguinte reação:
Fosfato de creatina + ADP Creatina + ATP
ATP + Glicose ADP + Glicose-6-Fosfato
Glicose-6-Fosfato+NADP Gliconato-6P+NADPH+H+
METODOLOGIA. UV
SIGNIFICADO CLÍNICO. No infarto do miocárdio, a CPK começa a elevar-se de 4 a 6 horas após o
início do episódio agudo, alcança seu máximo em geral após 36 horas e volta a normalidade em dois a
quatro dias. O que torna esta enzima extremamente útil no diagnóstico do infarto é a precocidade de
sua elevação.
A atividade também se encontra elevada em todos os tipos de distrofia muscular, observando-se os
mais elevados teores do tipo Duschenne, no qual podem encontrar-se níveis até 50 vezes maiores do
que o limite superior normal. Os títulos são mais elevados em lactantes e crianças, diminuindo com a
idade. Cerca de 80% das mulheres assintomáticas portadoras mostram elevação moderada dos valo-
res de CPK no soro.
Uma injeção intramuscular (de qualquer medicamento) pode ocasionar liberação de CPK muscular
para o plasma e aumento de seu teor sérico. Daí a necessidade de identificação das isoenzimas de
CPK, de modo a afastar a possibilidade de superposição de CPK de origem muscular e CPK cardíaca.
Exercícios extenuantes ou atividade física podem produzir elevados níveis de CPK no soro.